História

A nossa companhia possui um importante legado de inovação iniciado em Nova Iorque, em 1858, quando Edward R. Squibb, licenciado em Medicina, fundou uma empresa farmacêutica em Brooklyn e, em 1887, dois amigos, William McLaren Bristol e John Ripley Myers, compraram uma empresa de fabrico de medicamentos em dificuldades, em Clinton. Juntos, construíram as bases daquilo que é hoje a nossa companhia – um líder biofarmacêutico global que dá continuidade a este legado de inovação.

Como médico jovem da Marinha, nos EUA, Edward Robinson Squibb (1819-1900) estava tão mal impressionado com a qualidade dos medicamentos disponíveis nos barcos durante a Guerra Mexicana, que deitou os medicamentos impróprios ao mar. Em 1858, abriu o seu próprio laboratório farmacêutico em Brooklyn. O Doutor Squibb, dedicou-se à produção de medicamentos puros.
1858
A Squibb tornou-se a principal fonte de fornecimento de medicamentos do Exército da União durante a Guerra Civil. O Dr. Squibb inventou o “cesto” da Squibb, uma arca em madeira, usada no campo de batalha e que transportava 50 medicamentos para tratamento de baixas. A arca foi vendida por cerca de $100 e incluía éter e clorofórmio que servia de anestésico durante as amputações, quinina e whiskey para tratamento dos sintomas de malária, tratamentos herbais para a desinteria e para outras doenças que assolavam os campos militares, sem condições de higiene.
1860
William McLaren Bristol (à esquerda) e o seu amigo, John Ripley Myers, investiram $5.000 na Clinton Pharmaceutical Company, uma fábrica de medicamentos localizada em Clinton, Nova Iorque. A companhia tornou-se oficialmente numa sociedade em 13 de Dezembro de 1887, tendo a Bristol como presidente e Myers como vice-presidente.
1887
Squibb reformou-se em 1895 e passou grande parte da direcção da firma para os seus filhos, Charles e Edward. A companhia tornou-se conhecida por E.R. Squibb & Sons.
1895
O primeiro produto nacionalmente reconhecido da Bristol-Myers, designado por spa para os pobres, pelo seu químico responsável, J. Leroy Webber, era um sal mineral laxante que, quando dissolvido em água, reproduzia o sabor e os efeitos das águas minerais naturais Bohemia. Christened Sal Hepatica, o novo produto, no início, registava vendas pouco expressivas. Contudo, em 1903, a Sal Hepatica tornou-se no produto mais vendido.
1898
A Bristol and Myers mudou de nome de Clinton para Bristol, Myers Company (um hífen substituiria a vírgula após a morte de Myers, em 1899, quando a empresa se tornou numa sociedade). Só em 1900 é que a Bristol-Myers surgiu como uma companhia com expressão no mercado – onde tem permanecido desde então.
Outro grande sucesso desta era foi a pasta dentífrica Ipana, a primeira pasta dentífrica a incluir na sua fórmula um desinfectante, protegendo contra infecções e hemorragias das gengivas. A procura do Sal Hepatica e da Ipana transformaram a Bristol-Myers de uma companhia regional para uma companhia internacional.
Os filhos de Squibb venderam a companhia a Lowell M. Palmer e a Theodore Weicker, e a companhia tornou-se numa sociedade. Nesse mesmo ano, foi comprado um terreno em New Brunswick, Nova Jersey, para o estabelecimento de uma fábrica de produção de éter. Por volta dessa mesma altura, foi desenhado o prototipo do logo Squibb. O logo representava a uniformidade, a pureza, a eficácia e a fidedignidade do produto, com base na investigação.
1905
A Squibb tem o slogan: "Em cada produto há um ingrediente que não tem preço, que é a honra e a integridade do seu produtor.” Esta foi a campanha publicitária mais eficaz de sempre, usada pela Squibb. À esquerda encontra um anúncio de 1920 do creme dental e do Óleo de Fígado de Bacalhau.
1921
Os lucros brutos da Bristol-Myers ascenderam a $1 milhão e os seus produtos foram vendidos em 26 países. As acções que os herdeiros de John Myers detinham foram postas à venda, desencadeando uma série de movimentações que, em 1929, transformaram a Bristol-Myers numa companhia pública cotada na Bolsa de Valores de Nova Iorque.
1924
A depressão do pós-guerra levou a Bristol-Myers a abandonar o seu negócio de produtos farmacêuticos e a dedicar-se inteiramente às suas especialidades: Sal Hepatica e Ipana, os seus dois grandes sucessos, e mais ou menos uma dúzia de produtos de higiene variados, antissépticos e xaropes para a tosse. A companhia ficou sedeada em Manhattan e, tendo-se deslocado directamente para a arena de produtos de consumo, a Bristol-Myers começou a fazer publicidade aos seus produtos, como foi o caso de Vitalis, tónico para o cabelo, para homem e de Mum, um desodorizante, directamente ao público.
1938
O Instituto Squibb para Investigação Médica ficou sedeado em New Brunswick, Nova Jersey. O instituto fez grandes progressos no mundo dos produtos farmacêuticos, especialmente na área dos antibióticos.
A Squibb obteve culturas de penicillium notatum do Reino Unido e desenvolveu processos de fermentação em grandes tanques, para a produção da penicilina. Em 1943, a Squibb produzia a penicilina em tanques de 15.000 galões, nas suas instalações em New Brunswick, Nova Jersey – a maior fábrica de produção de penicilina do mundo.
1940
A Bristol-Myers comprou os Laboratórios Cheplin – um fabricante de leite acidofilo, de Siracusa, Nova Iorque – e abriu caminho para uma nova fábrica de penicilina. A Cheplin tornou-se um produtor importante de penicilina para as forças armadas dos Aliados, na II Guerra Mundial. Depois da Guerra, ficou claro que a penicilina e outros antibióticos constituíam uma oportunidade imensa para a Bristol-Myers. Cheplin passou a chamar-se Bristol Laboratories, em 1945 e Frederic N. Schwartz ficou à frente desta unidade.
1943
De 1945 aos anos 60, a Bristol-Myers and Squibb foram grandes participantes na era dos antibióticos, alargando as suas instalações e produzindo estreptomicina, tetraciclina, bem como outras descobertas.
A Squibb International tornou-se uma sociedade associada e expandiu-se para a América do Sul e para a Europa, construindo fábricas no México, em Itália e na Argentina.
1946
A Squibb recebeu o prémio Lasker, um dos prémios mais respeitados do mundo das ciências, pela descoberta das propriedades anti-tuberculínicas de Nydrazid (isoniazida), um antibiótico usado para tratamento da tuberculose.
1955
A Bristol-Myers comprou a Clairol, uma companhia fundada por uma equipa constituída por marido e mulher, Lawrence Gelb e Joan Clair. A Clairol transformou a tinta para o cabelo de um produto difícil de usar num produto de consumo muito bem sucedido.
1959
E.R. Squibb & Sons comercializou a primeira escova de dentes electrónica do mundo, em 1961. Em 1990, foram introduzidas no mercado mais de 150 outras marcas de escovas de dentes automáticas, a maioria das quais imitavam essencialmente o modelo original da Squibb, inventado pelo Professor Philippe G. Woog.
1961

A Bristol-Myers adquiriu a Mead Johnson & Company, uma empresa líder em nutrição para crianças e bebés baseada na ciência. A Mead Johnson introduziu no mercado a primeira fórmula para bebés em 1910 e ao longo das décadas expandiu-se para as vitaminas, produtos farmacêuticos e nutrição pré-natal. A marca cresceu e tornou-se reconhecida mundialmente pela sua liderança na área da nutrição em pediatria.

1967
Bristol-Myers adquire Mead-Johnson
A Squibb desenvolveu-se na investigação no cancro, descobrindo e desenvolvendo a hidroxiureia para a leucemia e para o cancro do ovário em fase avançada.
Por um tempo, a Bristol-Myers esteve no mundo do espectáculo. Em 1970, a companhia formou a Palomar Pictures, que produziu “The Taking of the Pelham One, Two, Three,” que tinha no elenco Walter Matthau e Robert Shaw, e “The Stepford Wives,” com Katharine Ross e Paula Prentiss. Palomar terminou a sua actividade em 1974.
1970
A Squibb montou a sua sede, a nível mundial, em Princeton, Nova Jersey. Expandiu as suas instalações para o Squibb Institute, em Princeton, Nova Jersey. Esta expansão permitiu à Squibb fazer mais descobertas e progressos inovadores na investigação médica.
1971
Nos anos 70, a Bristol-Myers introduziu no mercado vários medicamentos para o tratamento do cancro em fase precoce. Em 1973, para o tratamento do cancro de células escamosas, cancro da cabeça e pescoço e linfomas não-Hodgkins; em 1974, para o cancro dos ossos e para o cancro gástrico e do pâncreas; em 1976 um produto quimioterapêutico para o cancro cerebral e para o linfoma de Hodgkins; em 1977 para o tratamento do cancro cerebral e linfático; e em 1978, com anticancerosos.
1973
Os investigadores da Squibb, Miguel A. Ondetti (à esquerda) e David W. Cushman criaram o o primeiro de uma nova classe de anti-hipertensores designados por inibidores do ECA (enzima de conversão da angiotensina). O fármaco foi uma nova descoberta médica muito importante para o tratamento de doentes com pressão arterial elevada.
1975
Miguel A. Ondetti
Nos anos 70, a Squibb vendeu um curative dentário, que mantinha aderência em superfícies quentes e húmidas. Nessa altura, os doentes ostomizados eram obrigados a usar substâncias, como cimento de borracha e fita adesiva para segurar as bolsas de ostomia ao corpo. Em 1978, a Squibb formou a ConvaTec, uma divisão separada, para desenvolver barreiras adesivas de protecção da pele e produtos que pudessem oferecer às pessoas ostomizadas, uma nova liberdade. Com sede em Skillman, Nova Jersey, a ConvaTec cresceu e tornou-se numa companhia global com 3.000 colaboradores em 100 países.
1978
ConvaTec
A Bristol-Myers comercializou fármaco para o cancro dos testículos. O medicamento actuava ao impedir as células cancerosas de se dividirem (mitose), o que pode ajudar a prevenir a disseminação de certos tipos de cancro.
1983
A Bristol-Myers abriu um complexo dedicado à investigação, em Wallingford, Connecticut, desenhado para receber mais de 800 cientistas e pessoal de apoio. Em 1995, estas instalações passaram a chamar-se Centro Richard L. Gelb para a Investigação e Desenvolvimento Farmacêutico, o nome do primeiro Presidente e CEO da Bristol-Myers.
1986
A Bristol-Myers fundiu com a Squibb, dando origem a um líder global na indústria dos cuidados de saúde. A fusão deu origem à Bristol-Myers Squibb, que veio a ser, mais tarde, a segunda maior companhia farmacêutica do mundo.
1989
Bristol-Myers merges with Squibb
Foi aprovado um fármaco para o tratamento do cancro do ovário e como tratamento paliativo, mais para aliviar os sintomas do que propriamente para curar o cancro do ovário recorrente, após tratamento com outros fármacos.
A Food and Drug Administration (FDA) dos EUA aprovou o segundo medicamento disponível para o tratamento da infecção pelo VIH e o primeiro medicamento unicamente desenvolvido para o tratamento do VIH/SIDA.
1991
As aprovações de medicamentos em 1991 incluíram dois agentes cardiovasculares.
A Bristol-Myers Squibb desenvolveu um novo composto para tratamento do cancro. A companhia investiu centenas de milhões de dólares em ensaios clínicos para preparar os dados para submissão do produto às autoridades regulamentares e para desenvolver fontes alternativas, uma vez que este derivava inicialmente da Casca do Teixo do Pacífico, uma espécie em perigo de extinção. O fármaco foi lançado em 1993 e rapidamente se tornou um dos tratamentos para o cancro mais importantes do mundo.
Em 1992, foi aprovado o antibiótico para o tratamento de infecções nos ouvidos em crianças.
1992
A companhia completou a aquisição da Union Pharmacologique Scientifique Appliquee (UPSA), um fabricante importante de produtos farmacêuticos e de consumo, sedeado em França. Adquiriu um medicamento para a diabetes tipo 2 administrado por via oral, da Lipha Pharmaceuticals, Inc. e recebeu a aprovação da FDA para um medicamento para o VIH.
1994


A companhia tinha mais de 60 linhas de produtos e vendas anuais na ordem dos $50 milhões, em todo o mundo. A FDA aprovou o alargamento do âmbito de utilização do medicamento para reduzir o risco de enfarte do miocárdio ou de morte, em doentes com níveis elevados de colesterol ou cardiopatias crónicas.
1995
A companhia abriu um campus de investigação com 175 hectares em Hopewell, Nova Jersey. Desenvolveram-se dois novos medicamentos importantes em colaboração com a Sanofi-Sythelabo, que receberam posteriormente as respectivas aprovações: um anti-hipertensor e um antiagregante plaquetário. Este último viria a tornar-se um dos principais produtos da companhia e um dos medicamentos mais importantes do mundo, para o tratamento das doenças cardiovasculares.
1997
A FDA concedeu autorização para comercialização de um medicamento para o alívio da dor provocada pelas enxaquecas e dos sintomas associados. Este medicamento tornou-se o primeiro fármaco para as enxaquecas disponível para os consumidores sem receita médica.
1998
O Presidente Bill Clinton atribuiu o prémio da Medalha Nacional de Tecnologia à Bristol-Myers Squibb – a mais elevada distinção da América para a inovação tecnológica – “pela maior longevidade e melhor qualidade de vida que proporcionou à vida humana, através de processos de investigação e de desenvolvimento farmacêutico inovadores e pela redefinição da ciência do estudo clínico através da realização de ensaios clínicos inovadores e extremamente complexos, que são reconhecidos como modelos na indústria.”
A Bristol-Myers Squibb anunciou o programa SECURE THE FUTURE,™ um compromisso de $100 milhões para avançar com programas de investigação na área do VIH/SIDA e de divulgação junto das comunidades, em sete países africanos: Botswana, Namíbia, Lesoto, Suazilândia, Uganda, Burkina Faso e Tanzânia.
1999
A Bristol-Myers Squibb, juntamente com outras quatro companhias farmacêuticas e agências internacionais, participaram na Iniciativa UNAIDS Drug ACCESS. O programa ACCESS tinha como objectivo fabricar medicamentos antiretrovíricos e terapêuticas que fossem mais acessíveis nos países africanos, a preços mais reduzidos. A companhia ofereceu-se para baixar os preços dos medicamentos para o VIH/SIDA em 90%, nesses países.
2000
A Bristol-Myers Squibb comprometeu-se a doar $15 milhões para o alargamento do programa SECURE THE FUTURE™ a quatro países da África Ocidental - Burkina Faso, Costa do Marfim, Mali e Senegal.
A Bristol-Myers Squibb anunciou uma nova estratégia que incluía uma forte incidência em medicamentos e um programa de desenvolvimento externo agressivo. Como parte integrante desta nova estratégia, a companhia vendeu o seu negócio Clairol.
A companhia lançou uma quinolona de geração avançada e também uma associação de metformina e de gliburido num único comprimido, para a diabetes tipo 2. Lançou ainda o medicamento para uma toma única diária que foi o anti-diabético oral mais prescrito nos EUA.
A Bristol-Myers Squibb foi escolhida pela revista FORTUNE como a “Companhia Farmacêutica Mais Admirada na América”.
2001
Em Março de 2001 abriu o Hospital Pediátrico da Bristol-Myers Squibb, como parte do Hospital Universitário Robert Wood Johnson, em New Brunswick, Nova Jersey. Foi o primeiro hospital pediátrico autónomo do estado e prestava assistência, independentemente das capacidades financeiras da família. Este hospital oferecia mais de 45 especialidades pediátricas.
A companhia anunciou a compra da DuPont Pharmaceuticals Company pelo valor de $7,8 mil milhões, com o objectivo de reforçar ainda mais o negócio dos medicamentos da Bristol-Myers Squibb. Com a aquisição da DuPont, a Bristol-Myers Squibb acrescentou fármacos ao seu portfolio de produtos para o VIH, bem como outros produtos como o principal anticoagulante dos EUA em termos de prescrições. A companhia adquiriu ainda o Centro de Imagiologia Médica da Bristol-Myers Squibb.
Bristol-Myers Squibb adquire DuPont
A FDA aprovou um medicamento para o tratamento da esquizofrenia. Era um produto co-comercializado nos EUA pela Bristol-Myers Squibb e pela Otsuka America Pharmaceutical.
2002
A companhia patrocinou o Bristol-Myers Squibb TOUR OF HOPE™, um evento de ciclismo sem precedentes, que faz o percurso que vai de costa a costa e que tem a duração de uma semana. Em marcha, a equipa de sobreviventes do cancro, prestadores de cuidados, médicos, enfermeiros e investigadores, composta por 26 elementos, apelava a uma maior sensibilização para a investigação do cancro e para a importância dos ensaios clínicos no desenvolvimento de novos tratamentos. Com base no êxito obtido no evento de 2003, a Bristol-Myers Squibb voltou a patrocinar o Tour of Hope de 2004, um evento de ciclismo com um percurso de costa a costa.
2003
O primeiro inibidor da protease a ser introduzido nos EUA para o tratamento do VIH/SIDA, com uma posologia em toma única diária. Foi aprovado para comercialização na Europa, em Março de 2004.
A FDA aprovou um produto co-desenvolvido e co-comercializado com a ImClone Systems Incorporated, para o tratamento do cancro colorrectal, que se dissemina para outras partes do corpo.
2004
Descoberto pelos cientistas da Bristol-Myers Squibb, indicado para o tratamento da infecção crónica pelo vírus da hepatite B foi aprovado pela FDA. A FDA aprovou igualmente o primeiro de uma nova classe de fármacos para o tratamento da artrite reumatóide.
2005
A FDA aprova um medicamento para o tratamento da leucemia mielóide crónica, descoberto pelos cientistas da Bristol-Myers Squibb.
2006
A Bristol-Myers Squibb e a Gilead Sciences anunciaram a aprovação, pela FDA, do primeiro regime de toma única diária de sempre, para o VIH.
A Bristol-Myers Squibb anunciou uma nova estratégia para se transformar de uma companhia farmacêutica de capacidade média numa companhia Biofarmacêutica de nova geração centrada na descoberta e no desenvolvimento de medicamentos inovadores para ajudar a vencer doenças graves. Para acelerar esta transformação, a companhia introduziu a abordagem Colar de Pérolas para complementar e maximizar as suas capacidades internas com um conjunto de alianças, parcerias e aquisições inovadoras, com pequenas e grandes companhias.
2007
A Bristol-Myers Squibb anunciou a aprovação, pela FDA, de medicamento para o tratamento do cancro da mama em fase avançada.

A Bristol-Myers Squibb adquiriu a Adnexus Therapeutics, a companhia que desenvolveu uma nova classe de produtos biológicos. Esta aquisição contribuiu para o progresso da estratégia da Bristol-Myers Squibb na área dos produtos biológicos, em múltiplas áreas terapêuticas e incluíu o produto biológico para a área de oncologia, que se encontra em Fase I do programa de desenvolvimento clínico. A Adnexus foi a primeira aquisição da estratégia "Colar de Pérolas" da companhia, que tem como objectivo acelerar a descoberta e o desenvolvimento de novas terapêuticas, através de alianças, parcerias e aquisições inovadoras.

Ressaltando o seu compromisso, a nível mundial, para com as crianças com VIH/SIDA, a Bristol-Myers Squibb abriu um novo centro clínico no Hospital Pediátrico da Bristol-Myers Squibb, localizado no Hospital Universitário Robert Wood Johnson, em New Brunswick, Nova Jersey. Dedicado à investigação e ao tratamento de perturbações do sistema imunitário e de doenças infecciosas em crianças, o Centro Pediátrico de Imunologia e Doenças Infecciosas da Bristol-Myers Squibb foi criado graças a uma subvenção de $5 milhões da Fundação da Bristol-Myers Squibb.

A Bristol-Myers Squibb vendeu o seu negócio de Imagiologia Médica à empresa de capital privado Avista Capital Partners, por $525 milhões, como parte do seu esforço para se concentrar mais no seu “pipeline” farmacêutico principal. A Bristol-Myers Squibb vendeu, também, a unidade de negócio da ConvaTec à Nordic Capital Fund VII e à Avista Capital Partners, por $4,1 mil milhões. A ConvaTec era líder mundial no desenvolvimento e comercialização de produtos terapêuticos para feridas e de produtos para ostomizados inovadores.
2008
Em Abril de 2008, a Bristol-Myers Squibb anunciou o seu plano de venda ao público de cerca de 10-20% das acções da Mead Johnson Nutrition Company, através de uma oferta pública inicial (OPI), mantendo, pelo menos, 80% da sua participação accionária num futuro próximo. Este anúncio, conjuntamente com as vendas da Medical Imaging e da ConvaTec, faziam parte do processo de transformação para que a Bristol-Myers Squibb se possa focar melhor no seu negócio biofarmacêutico.

A Bristol-Myers Squibb celebrou um contrato de exclusividade com a KAI Pharmaceuticals, Inc., uma companhia biotecnológica privada, para desenvolver e comercializar globalmente um tratamento para as doenças cardiovasculares.

A Bristol-Myers Squibb comprou a Kosan Biosciences, uma companhia de produtos terapêuticos para o cancro, sedeada na Califórnia, por cerca de $190 milhões. Esta aquisição reforçou o “pipeline” de produtos da companhia, com compostos em duas classes importantes de anti-cancerosos.

A Bristol-Myers Squibb celebrou um contrato de exclusividade com a PDL BioPharma de Redwood City, Califórnia, para desenvolver e comercializar globalmente um tratamento para o mieloma múltiplo.

A Bristol-Myers Squibb celebrou um acordo de colaboração global com a Exelixis, uma companhia biotecnológica sedeada em São Francisco, Califórnia, para desenvolver e comercializar duas terapêuticas inovadoras: uma para o carcinoma medular da tiróide e outra para o tratamento dos tumores sólidos malignos em fase avançada.

A Bristol-Myers Squibb celebrou um acordo de colaboração global com a ZymoGenetics de Seattle, Washington, para desenvolver e comercializar um novo tratamento para a hepatite C.
2009
A Bristol-Myers Squibb celebrou um acordo de colaboração global com a Nissan Chemical Industries e com a Teijin Pharma, para o desenvolvimento e comercialização de um anti-arrítmico oral selectivo para as aurículas.
A Bristol-Myers Squibb anunciou a aprovação, pela FDA, de novo fármaco para o tratamento da diabetes tipo 2 em adultos.
A Bristol-Myers Squibb adquiriu a Medarex Inc., uma companhia biotecnológica e parceiro desde 2005. Esta aquisição foi a maior transacção do "Colar de Pérolas" feita até à data e contribuíu para que a Bristol-Myers Squibb expandisse o seu “pipeline” de produtos nas áreas de oncologia e de imunologia, posicionando a companhia na liderança a longo prazo dos produtos biológicos. Ganhou ainda plenos direitos de um composto experimental para o melanoma metastático.

A Bristol-Myers Squibb celebrou um acordo de colaboração global com a Alder Biopharmaceuticals Inc. de Bothell, Washington, para desenvolver e comercializar um produto biológico experimental e inovador, para o tratamento da artrite reumatóide.

No dia 23 de Dezembro, a companhia completou a cisão estratégica das suas acções da Mead Johnson. Esta cisão tinha como intuito focar a Bristol-Myers Squibb exclusivamente no seu negócio de produtos farmacêuticos e completava, assim, o processo de transformação da companhia num líder biofarmacêutico.

A Bristol-Myers Squibb e a Allergan, Inc. anunciaram a celebração de um acordo global para o desenvolvimento e comercialização de um medicamento oral para o tratamento da dor neuropática.
2010
Foi aprovado nos EUA um fármaco para o tratamento da diabetes tipo 2, em adultos.


Em Dezembro de 2010, Bristol-Myers Squibb adquiriu os direitos globais da Oncolys BioPharma Inc. para produzir, desenvolver e comercializar o fármaco de um único comprimido diário de combate ao HIV.

Em março, foi aprovado pela FDA um medicamento para o tratamento do melanoma avançado.
2011
Em junho, foi aprovado pela FDA um medicamento para a profilaxia da rejeição do enxerto em adultos que recebam um transplante de rim.
Em julho, a Bristol-Myers Squibb e a Innate Pharma anunciaram um acordo global para o desenvolvimento e a comercialização de um tratamento biológico de imuno-oncologia experimental.

Em setembro, a Bristol-Myers Squibb adquiriu a Amira Pharmaceuticals, uma empresa farmacêutica de pequenas moléculas, especializada na descoberta e no desenvolvimento antecipado de novos medicamentos para o tratamento de doenças inflamatórias e fibróticas.

Em setembro, a Bristol-Myers Squibb e a Ono Pharmaceutical Co., Ltd. celebraram um acordo estratégico para expandir os direitos territoriais da Bristol-Myers Squibb em relação a uma imunoterapia experimental para o cancro, a um anticorpo anti-PD-1 e ao co-desenvolvimento e co-investigação de um medicamento para o tratamento da artrite reumatoide, no Japão.

Em setembro, a Bristol-Myers Squibb e a Ambrx, Inc. anunciaram uma colaboração para investigar, desenvolver e comercializar novos programas de tratamentos biológicos para a diabetes e a insuficiência cardíaca.

Em outubro, a Bristol-Myers Squibb e a Gilead Sciences anunciaram um acordo de licenciamento para o desenvolvimento e a comercialização de um novo comprimido de combinação em dose fixa para pessoas seropositivas.

Em novembro, a Bristol-Myers Squibb e a ASLAN Pharmaceuticals anunciaram uma parceria inovadora para licenciar e desenvolver um composto oncológico experimental.

Em fevereiro de 2012, a Bristol-Myers Squibb adquiriu a Inhibitex, Inc.
2012
Em agosto de 2012, a Bristol-Myers Squibb adquiriu a Amylin Pharmaceuticals, uma empresa biofarmacêutica especializada na investigação, desenvolvimento e comercialização de uma variante dos agonistas GLP-1 para o tratamento da diabetes tipo 2.

Em dezembro, foi aprovado pela FDA um anticoagulante para a prevenção do tromboembolismo venoso.
Em fevereiro de 2014, a Bristol-Myers Squibb vendeu parte da sua empresa, com foco no tratamento da diabetes, à AstraZeneca. A transação inclui os direitos da área da Bristol-Myers Squibb dedicada à diabetes que formava uma aliança global com a AstraZeneca, a antiga instalação de fabrico da Amylin, em West Chester, Ohio, e cerca de 18 meses após a conclusão da operação também abrange a futura compra da instalação de fabrico da Bristol-Myers Squibb em Mount Vernon, Indiana, pela AstraZeneca.
2014
Em dezembro de 2014, a FDA aprovou uma nova imunoterapia com potencial de tratamento de vários tipos de tumores.



Março 2015